AMIGOS ESPECIAIS
sexta-feira, 22 de maio de 2015
domingo, 17 de maio de 2015
entrevista com a professora Juliana Minaré
entrevista com a professora Juliana Minaré
1- A capacitação de professores passou por mudanças para a inclusão de deficientes?
R- Infelizmente muitos professores da rede pública não estão capacitados para trabalhar com a demanda das deficiências que chegam às escolas. Alguns professores têm interesse em realizar cursos, mais é uma minoria.
2- O professor de sala regular é diferente de professor de educação especial?
R- Os professores são diferentes sim, O professor de educação especial tem uma visão diferenciada de como lida com cada deficiência, trabalha para que aquele aluno consiga aprender com estimulações diversas.
3- O professor inexperiente sente insegurança em relação às práticas pedagógica com alunos que tenha alguma deficiência?
R - Sim com certeza. O professor fica inseguro por não saber a melhor forma de trabalhar com o aluno, automaticamente esse aluno vai ficar de “escanteio” em relação à aprendizagem dos outros alunos.
4-Existe resistência das escolas em receber alunos deficientes?
R- Em algumas escolas os alunos com deficiências não são aceitos é por falta de um profissional especializado e falta de adequação do próprio espaço escolar para receber essas crianças?
5-As escolas já se encontram preparadas para receber estes alunos?
R- Algumas, mas mesmo assim são poucas as escolas, não chega a ser suficiente para ajudar o aluno normalmente o atendimento para alunos especiais é feito em duas etapas, uma ou duas vezes por semana durante uma hora ou esse aluno fica com um ‘’cuidador’’ sem experiência necessária para ajudá-lo ou estimulá-lo, sem contar que muitas precisam ainda se adaptar para as crianças se locomover sem dificuldades.
6-Existe o papel certo da família para ajudar no processo educativo desta criança?
R- As escolas tentam fazer com que os pais participam do processo educativo, mais nem sempre temos bons resultados por falta da participação dos mesmos, (tem pais que tem vergonha de seus filhos onde não colabora e participam).
7-Se acha preparada para trabalhar com crianças especiais?
R- Estou preparada com certeza, tenho um total de sete (7) pós graduação incluindo braile, deficiência mental, psicopedagogia, AEE, sem falar da minha experiência e a prática de sete (7) anos trabalhando na APAE.
8-Teve uma formação mais especifica para desenvolver esse tipo de trabalho?
R- Todas as pós graduação que fiz foi voltadas para educação especial e mental, e tenho ainda formação em braile para trabalhar com deficientes visuais.
9-Concorda que salas com alunos especiais a turma deveria ser menor?
R-É lei que a sala tenha menos alunos se tiver alunos especiais na mesma, assim o professor tem condição de atender a demanda de cada aluno presente na sala com algum tipo de deficiência.
10-Existe uma maneira de saber se este aluno especial esta apto a frequentar uma sala de aula?
R- Para isto existe sim, a criança passa por uma avaliação pedagógica e psicológica, independente do aluno estar apto ou não para frequentar a escola, fica a critério dos pais. Os pais podem exigir que ele fique ou não na escola comum mesmo sem estar apto. As maiorias dos pais não aceitam os filhos em uma escola especial... Ex: APAE (existe o preconceito por parte dos próprios pais ‘vergonha’).
11-Como é tempo da aprendizagem do aluno deficiente, mais demorada ou igual das outras crianças?
R-A aprendizagem é mais lenta com certeza, trabalhamos seguindo rotinas, revisão e repetição diariamente para que o aluno consiga absolver o Maximo possível do aprendizado. Somente trabalha nessa profissão especial quem realmente ama o que faz e qualquer coisa que o aluno especial aprende para nós professores é uma grande vitória por mínimo que seja a absolvição desse aluno por isso amo cada um delesolverem o que acham melhor para o desenvolvimento de seu filho
Gabriel Nascimento tem 10 anos também de escola publica 1-Porque seu amigo é diferente? R - Porque ele depende de um aparelho para escutar. 2-Como iniciaram a amizade? R- Estudamos na mesma escola desde a primeira serie, este ano estamos na mesma sala. 3-Como você trata seu amigo? R - Com respeito, eu já sabia da deficiência dele e agora a professora explicou melhor para todos da sala entender. 4-Você o inclui nas brincadeiras? R - Brincamos muito de bola e pega- pega. 5-Na sala de aula como você interage com ele? R- É normal se o trabalho é em grupo fazemos juntos, conversamos também. 6-Ele tem dificuldade dentro do espaço escolar? R- não ele apenas precisa do aparelho para ouvir no resto ele é normal como eu.
outra criança é
Felipe Wenzel 10 anos escola publica são Jose do rio preto SP 1- Porque seu amigo é diferente? R- Por que ele é cego. Como vocês iniciaram a amizade? R- Na escola, ele já estudava lá há bastante tempo, mais, neste ano estamos na mesma sala, foi diferente mesmo ele pediu no primeiro dia para passar tocar nos rostos e cabelos de todos na sala. Como que você trata se amigo? R-Trato ele normal, converso e faça trabalho em dupla, ele é bem legal e inteligente. Você o inclui nas brincadeiras? R- na escola tem uma bola que faz um barulhinho e no intervalo juntamos todos e jogamos bola ele é atacante e eu sou zagueiro. Na sala de aula como você interage com ele? R-normal tem uma professora que senta do lado dele para ajudar nas atividades, mais, falo normal com ele.
‘Meu amigo diferente é especial’
Clara Viana oito anos escola publica Barretos SP 1-Por que seu amigo é diferente? R- por que ele não consegue andar e precisa usar uma cadeira de rodas. 2-como iniciaram a amizade de vocês? R- quando ele foi para minha escola e ficou na mesma sala que eu. 3- Como você trata seu amigo especial? R- Normal, tenho muito carinho e também fico com dó dele. 4- você o inclui nas brincadeiras?Como? R- Incluo sim, brincamos eu e as outras crianças com ele de jogar bola de mão em mão, ele gosta de correr com sua cadeira, e às vezes jogamos domino. 5-e na sala de aula como você interage com ele? R-Dentro da sala é bem normal, mais chega ser engraçado se cai um lápis dele é uma correria todos que ajudar primeiro 6- acha que ele tem dificuldade de locomoção dentro da escola? R- Não, na minha escola tem rampas que ajuda ele a andar livremente e todos ajuda se ele precisa.
Clara Viana oito anos escola publica Barretos SP 1-Por que seu amigo é diferente? R- por que ele não consegue andar e precisa usar uma cadeira de rodas. 2-como iniciaram a amizade de vocês? R- quando ele foi para minha escola e ficou na mesma sala que eu. 3- Como você trata seu amigo especial? R- Normal, tenho muito carinho e também fico com dó dele. 4- você o inclui nas brincadeiras?Como? R- Incluo sim, brincamos eu e as outras crianças com ele de jogar bola de mão em mão, ele gosta de correr com sua cadeira, e às vezes jogamos domino. 5-e na sala de aula como você interage com ele? R-Dentro da sala é bem normal, mais chega ser engraçado se cai um lápis dele é uma correria todos que ajudar primeiro 6- acha que ele tem dificuldade de locomoção dentro da escola? R- Não, na minha escola tem rampas que ajuda ele a andar livremente e todos ajuda se ele precisa.
segunda-feira, 11 de maio de 2015
MEU AMIGO DIFERENTE É ESPECIAL
MEU AMIGO DIFERENTE É ESPECIAL
Crianças especiais em sala de aula é sempre difícil para o educador se ele não estiver preparado para receber um aluno assim, mais, as vezes é mais fácil uma interação na sala junto aos outros alunos ,do que nós adultos poderíamos imaginar e sendo assim a principal motivação deste trabalho é mostrar como a forma que a família e a escola lida com a criança podem influenciar no desenvolvimento determinando o resultando na aprendizagem dela tanto na questão da educação como na socialização com outras crianças e sendo de grande importância também que a escola e a família proporcionem a esta criança uma convivência com grupos mais amplos, onde ela pode tomar as outras crianças como um exemplo a ser seguidos dentro de suas limitações, pois a educação de crianças com deficiência ou as chamadas de crianças especiais é um direito de todas.a educação é crucial no crescimento das pessoas é um direito e faz parte de sua condição como ser humano é um dever do pai e do educador tanto para com uma criança normal como uma deficiente o pleno desenvolvimento das capacidades linguísticas emocionais e sociais. Um exemplo disso é que se uma criança com deficiência auditiva integrada a uma escola regular, ela pode usar um aparelho auditivo, e normalmente ela vai aprender a falar de forma a poder fazer parte do grupo.
O ensino especial existe em todo o mundo seja ele em escola de freqüência diária, internatos ou em pequenas unidades ligadas ás escola de ensino regular de acordo com o seminário Internacional do Consórcio da Deficiência e do desenvolvimento (IDDC) sobre a educação inclusiva de 03/1998 em Agra na Índia, diz que um sistema educacional só pode ser considerado inclusivo quando abrange a definição ampla deste conceito “reconhecendo que toda criança pode aprender apesar de suas limitações”, para poder falar um pouco sobre isso fui conversar com algumas crianças com idade de 8 a 10 anos que convive em salas de aulas com amigos "especiais"
sábado, 9 de maio de 2015
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